Ritual
Toda vez que eu comento aqui na coluna visão empresarial que um profissional e principalmente um líder deve se acostumar e se condicionar a realizar comemorações, ainda que por pequenas conquistas, não significa que se deve dar mais importância que a conquista que efetivamente aconteceu. Imagine um exemplo de uma empresa onde determinado gerente de vendas começa a criar um hábito entre seus vendedores para que a cada venda seja realizado um ritual como bater um sino, tocar uma corneta ou algo assim.
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Não banalize
A grande questão é que essa comemoração até pode ser realizada, mas para vendas que são expressivas dentro da empresa. Não é qualquer venda de qualquer valor, de qualquer maneira, que deve receber o mesmo tratamento. Como diz a célebre frase: é tratar desigualmente os desiguais. Assim, é importante que um líder, um gestor de empresas entenda que comemorar é um ato proporcional à magnitude, ou seja, à grandeza de determinada realização. Quando o gestor excede isso, em vez de criar um sentimento de conquista, de capacidade, cria um sentimento de futilidade sobre cada situação.
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Valorize
Algo assim: vendi qualquer coisa e recebo mérito idêntico àquele que fez uma venda extraordinariamente grande e relevante para a empresa. Resumindo, na hora de comemorar tudo é muito simples. Comemore a relevância e a importância do fato. Não deixe de comemorar, mas também não faça da comemoração uma espécie de carnaval para coisas absolutamente irrelevantes.