Por que algumas pessoas não se preocupam com a consequência daquilo que falam?


Por dmais

Apenas marcando posição

Há dois tipos distintos pessoas no meio corporativo: aqueles que preferem falar simplesmente para marcar uma posição apostando que futuramente as pessoas não terão memória e não o cobrarão por aquilo que disse, e aquele outro estilo, do profissional que pensa muito bem antes de emitir qualquer opinião, antes de recomendar uma ação, ou então, de tomar uma decisão. Um bom exemplo viu-se dias atrás quando um grande político, do ministério do governo federal, alguns dias depois de dizer que era firme como uma rocha saiu do governo envolvido em vários escândalos.

 

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Diferença de memórias

Será que essa pessoa não se preocupa com o que fala, principalmente em ter de responder por isso? A resposta é que no meio político isso já se tornou algo comum. É fácil no meio político prometer e não cumprir.  Já, no meio corporativo as coisas não são bem assim. Empresários, gestores, colegas, costumam ter uma memória muito mais afinada, muito mais requintada quando o assunto é promessas feitas de maneira equivocada. Se a alta gestão percebe que o funcionário fala e não faz, promete e não cumpre, ela não pensa duas vezes em colocá-lo em segundo plano, em retirá-lo de todos os processos que resultem numa promoção.

 

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Descobrindo o estilo

Já, os colegas prestam muita atenção para evitar confiar demais naquela pessoa. Finalmente, os funcionários quando percebem que o chefe fala demais, começam a boicotá-lo, começam a retribuir-lhe na mesma linguagem. Portanto, meu amigo, entenda que há dois tipos de pessoas: os que são ponderados e só falam o que tem certeza e aqueles que não se importam com as conseqüências daquilo que falam. Em vez de preocupar-se com os outros, primeiro descubra qual é o seu estilo. Depois disso adote um caminho e seja feliz.

 

(Luciano Salamacha)

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