O que fazer se os cortes da empresa está desanimando?
Não seja impulsivo
Alguns gestores erram ao implantar na empresa uma política impulsiva de redução de despesas com o corte de funcionários. Um bom exemplo é quando a empresa começa a fazer cortes de maneira progressiva e, a cada mês, mais pessoas sejam dispensadas. Isso faz com que quem fica tenha mais medo de ser o próximo, do que propriamente motivação, vontade de trabalhar, de lutar pela organização. Surge então o questionamento: será que vou ser o próximo? Isto é antecipar problemas ou é encarar a realidade?
Verificando o preparo
Pois bem, você está preparado para o mercado de trabalho ou está preparado apenas para a empresa onde trabalha? Bons profissionais não se preocupam em ter apenas um bom desempenho na empresa onde trabalham, mas preocupam-se todo o tempo em analisar se estão preparados não apenas para aquela função, naquela empresa. De uma forma prática, esses bons profissionais são os primeiros a pedir demissão quando uma política de corte de pessoal acontece numa organização. Há também aqueles que têm um medo infundado, uma insegurança desnecessária porque são qualificados, mas nunca se preocuparam em analisar se realmente tem essa competência.
Incompetência camuflada
E essas pessoas sofrem porque enquanto a empresa sequer pondera a possibilidade de um corte da sua função, eles, ao contrário, ficam achando que serão os próximos. Existe ainda o terceiro tipo de profissional, aquele que sabe que é incompetente, que sabe estar na fila para ser cortado e, num ato de auto-preservação, incutem medo e pavor nos inseguros, incitando-os a pedir demissão antes que sejam demitidos. Portanto, identifique primeiro o tipo de profissional que você é. Depois fica fácil resolver o problema.
