Limite que determinei para minha carreira?


Por dmais

Antigamente as relações entre funcionários e gestores eram pautadas pela norma, pela lei, pela falta de entendimento, ou seja, uma norma da empresa será colocada e todos deveriam, de maneira obediente e quieta, simplesmente cumpri-la. Hoje em dia não. Hoje em dia as relações entre a alta gestão e colaboradores se pautam pelos chamados pactos corporativos. É quando os dois lados sentam e falam abertamente sobre as suas intenções, as suas necessidades. E aí, quando um profissional quer determinar um limite para sua carreira, ele deve fazê-lo desta forma, provocando a alta gestão, convidando-a a construir um pacto corporativo.

É bem diferente daquele profissional, daquele funcionário da antiguidade que simplesmente comunicava sua alta gestão que queria fazer ou não fazer alguma coisa. O primeiro passo é o profissional convidar o seu gestor para uma conversa franca e que tenha certo tempo disponível. Depois ele deve demonstrar a linha de raciocínio que utilizou para tomar a sua decisão e somente por fim, em terceiro lugar, pedir a compreensão do seu gestor para que entenda que não quer crescer mais na carreira, não porque não considera a empresa boa, mas porque entende que isto é o melhor tanto para a sua carreira quanto para a empresa.

Este profissional não deve esquecer ainda que é necessário humildade neste pacto, neste relacionamento. Afinal, a alta gestão pode ter um argumento que reverta a sua decisão, que o faça pensar melhor e, principalmente, que o ajude a encontrar o melhor caminho para a felicidade na sua vida. Resumindo, gestores e profissionais devem sentar e firmar um pacto que seja bom para os dois lados e não apenas para um deles.

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