Em época de crise, o melhor é manter a posição que se conquistou?


Por dmais

Oportunidade

No meio corporativo é possível classificar os profissionais em dois grandes grupos: os que analisam o risco e tomam uma decisão serena, ponderada e fundamentada; e o outro grupo, daqueles que buscam desculpas para justificar a sua atitude. Vamos entender cada um dos grupos, um pouquinho mais. O grupo daqueles que pondera, é aquele que sempre analisa uma situação crítica também como uma situação que apresenta oportunidades. Logo, suas decisões procuram ser mais fundamentadas ainda, mas sem esquecer que a atitude em momentos críticos é a melhor saída.

Direcionamento

Atitude não significa arriscar, mas ponderar e analisar as alternativas que surgem. É o caso, por exemplo, de algumas empresas que fabricam máquinas para indústrias e que verificam que as vendas diminuíram porque o cliente não está investindo. Ela rapidamente direciona a sua mão de obra e a sua equipe de trabalho, para realizar reformas para os clientes. Com isso, cria condições de sobreviver e aproveitar as oportunidades que surgem no mercado. Já o grupo das pessoas que gostam de arranjar desculpas, normalmente segue uma linha lógica para justificar a sua inércia e a sua incompetência, passando a reclamar do governo, do mercado ou da concorrência. É evidente que a concorrência, o mercado e o governo, nem sempre são forças que contribuem para o crescimento de uma empresa. Esses três elementos não são fortes o suficiente, quando uma empresa ou uma carreira, é dirigida por pessoas que usam a fundamentação, a análise e a técnica como instrumentos para crescer.

Arriscar ou ponderar

Resumindo, você precisa primeiro decidir se faz parte do grupo da justificativa ou do grupo daqueles que aproveitam a situação crítica para gerar uma oportunidade. Se você é do primeiro, não temos mais que discutir agora, se num momento de crise, você deve ou não arriscar. Já se você faz parte do grupo da justificativa, não vai adiantar nada lhe recomendar que tome uma atitude. Vai ser mais uma palavra que você não vai ouvir.

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