Exemplos
Conheço profissionais que quando estão desempenhando as suas tarefas dentro da normalidade, são pessoas exemplares. São profissionais que envolvem os colegas e demonstram grande capacidade de liderança e ainda estimulam todos os que estão à sua volta. O problema é que essas mesmas pessoas quando cometem algum tipo de deslize são extremamente crueis, extremamente rigorosas consigo mesmas. A autopunição e a autocrítica se tornam instrumento perigoso para destruir a própria carreira.
Menos empolgação
Conheço casos de pessoas que por mais que façam o trabalho com excelente qualidade nunca estão totalmente satisfeitas e o que é pior, o gestor dessas pessoas tem sérias dificuldades quando precisa indicar algum ponto de melhoria no trabalho que apresentam. A principal característica dessas pessoas é ter preparo psicológico apenas para alegria e não para os problemas. Para melhorar essa situação, essas pessoas talvez tenham de diminuir a empolgação quando tudo está bem e guardar um pouco dessa energia para quando problemas surgirem.
Equilíbrio
No meio corporativo não se espera que uma pessoa seja 100% empolgada, nem 100% desanimada quando alegrias e problemas, respectivamente, ocorrerem. É melhor ter um profissional, um gestor que não se empolgue muito, mas também não se desespere tanto assim. Problemas acontecem o tempo todo e é justamente para isto que os profissionais estão nas empresas. Entender essa lógica é conseguir paz para reagir e mostrar o seu lado melhor na empresa.