15 de julho de 2026

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Como agir com um colega intransigente e que não quer participar do consenso da equipe?


Por dmais Publicado 28/10/2013 às 01h42 Atualizado 23/02/2026 às 17h32
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Esclarecimento

Durante os debates, durante as discussões dentro de uma organização é extremamente comum encontrar aquela pessoa que costuma se demonstrar teimosa. É o intransigente, a pessoa que nunca está disposta a participar do consenso da equipe. Assim, um dos primeiros pilares que se deve esclarecer é que consenso não significa ser cem por cento dono da ideia. Ao contrário, o consenso presume ceder para poder ganhar algo em troca. É justamente por isso que consenso é quando o senso das pessoas é conjunto, quando as pessoas partilham as mesmas ideias.

 

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Debater ideias

E aí vem a pergunta novamente: o que fazer com o intransigente? Compreender as pessoas, compreender a linha de raciocínio dos outros é uma obrigação de todo profissional dentro de uma organização, dentro de uma mesma linha de debates. Entretanto, somente as ideias devem ser debatidas e não a forma, a maneira desleal, a maneira deseducada com que algumas pessoas tentam impor a sua opinião. É o exemplo clássico daquela reunião em que um determinado profissional levanta a mão e diz que é contra. E quando lhe perguntam com que argumentos ele se coloca contra, simplesmente responde que tem certeza de que aquilo está errado e não precisa ficar se justificando.

 

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Fundamentação

Aliás, pede que não lhe perguntem por que, mas afirma que aquilo vai dar errado e que é terminantemente contra. Percebe-se que a pessoa não tem fundamentos para a sua opinião. Ela não tem sequer argumentos para contrapor com a opinião dos outros e aí basta cruzar os braços, fechar a cara e dizer que é contra. Para essas pessoas o consenso sempre será um instrumento de diminuição do seu poder. Por isso mesmo é recomendável que, quando uma pessoa não tem argumentos para sustentar sua opinião, ela ao mesmo tempo não tenha o direito de votar. Profissionais não podem se furtar de opinar, porém essa opinião deve ser fundamentada e não apenas uma ideia que a pessoa teve.

 

(Luciano Salamacha)

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