09 de julho de 2026

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Missão do Fantasma é recuperar a dignidade


Por dmais Publicado 22/02/2016 às 19h37 Atualizado 23/02/2026 às 18h24
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O Operário Ferroviário, que foi campeão Paranaense de forma brilhante na temporada passada, parece ter mandado tudo para o brejo junto com os planos de voltar a disputar novamente uma Série D do Brasileirão. A diretoria até está fazendo o seu trabalho e tudo mais, mas em campo a coisa desandou.  O time está no fundo do poço.

Neste Paranaense 2016, já foram cinco jogos e apenas um pontinho, além de um saldo negativo de 8 gols. Agora, faltam apenas seis jogos que vão definir o destino do Fantasma no certame e não há tempo para sair caçando bruxas. A realidade é escapar do vexame de um rebaixamento eminente com esse mesmo time que está aí.

Contudo, estamos vendo um futebol num ritmo completamente avesso às expectativas de todos nós.  Será que ninguém mais sabe chutar no gol ou chegar à linha de fundo e fazer um bom cruzamento? Parece um time sem vontade, sem identidade, não há futebol.

Nas partidas que ainda restam, a missão dos jogadores junto ao novo técnico é buscar a superação. Alcançar a vitória se faz urgente para devolver a dignidade ao torcedor graxeiro, que envergonhado e com o coração apertado, não deve abandonar o time. Mas, o que fazer para voltar a vencer neste campeonato? Será que ainda há esperança nesse grupo? Quem pode dar a resposta são os próprios jogadores. O próximo e derradeiro desafio será contra a boa equipe do Toledo, nesta quarta-feira, em Vila Oficinas. Será a hora da virada? Muita, muita boa sorte ao Fantasma!

 

Sobre o autor:

O jornalista Fabrício Ribeiro tem 48 anos e iniciou a carreira em 1994, no Grupo Zero Hora, em Santa Catarina. Ele se formou na Universidade Estadual de Ponta Grossa onde também concluiu Pós-Graduação em História, Cultura e Arte. Especializou-se na área esportiva trabalhando na redação do jornal Gazeta do Povo, em Curitiba, cobrindo os três principais clubes da capital paranaense. Também atuou  como  correspondente internacional em viagens pela América do Sul, pelas Eliminatórias e  Libertadores da América, Copa das Confederações, na Arábia Saudita e Copa do Mundo, na França, além de provas de automobilismo e do circuito mundial de surfe. Em Ponta Grossa já atuou como assessor de imprensa do Operário Ferroviário e criou a Coluna Toque de Letra, hoje publicada no jornal Diário dos Campos.

 

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