O futebol está entrando em um novo ciclo, em todos os aspectos. Desde aquele primeiro mundial de seleções lá em 1930, no Uruguai, o esporte mais popular do planeta vem sofrendo diversas mutações. Algumas ocorrem naturalmente conforme a evolução técnica e tudo mais. Mas outras são diretamente nas regras e nas competições, como reflexo do mundo em que vivemos. E isso vem claramente mudando a cara do velho esporte bretão, para o bem ou para o mal. A mais clássica fica por conta do tal padrão Fifa. No Brasil, acabou com a identidade dos nossos estádios. Que saudades da folclórica geral do Maracanã, por exemplo. Só entende quem viu.
Agora, já se pensa em fazer a Copa do Mundo em vários países ao mesmo tempo e com a participação de até 48 seleções. Alguns já sugeriram realizar a Copa com intervalo de dois em dois anos. No momento, a Copa do Mundo é disputada por 32 países, o que já considero um exagero. Afinal, entendo que se trata de um torneio seletivo e não algo generalizado. Para isso servem as Eliminatórias. O ranking de seleções também deverá mudar sua fórmula. O Mundial de Clubes, que originalmente ocorria naquele único e derradeiro jogo, acabou. Fizeram um torneio e que também deverá inchar.
Essas novidades partem do sucessor de Joseph Blatter no comando da Fifa, o suíço Gianni Infantino. Tudo pode acontecer a partir de 2026. Ele se diz um apaixonado pelo futebol e acredita que está em busca da modernização. Nesse embalo, também sinaliza ao apito tecnológico…