14 de julho de 2026

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência no portal e personalizar a publicidade exibida. Ao continuar navegando, você concorda com este monitoramento. Leia mais na nossa Política de privacidade.

“SETEMBRO  AMARELO”


Por dmais Publicado 03/09/2019 às 17h02 Atualizado 23/02/2026 às 19h38
Ouvir: 00:00

Lílian Yara de Oliveira Gomes

                          CRP  08/17889

 

Já manifestei que não sou adepta a datas pré-estabelecidas para chamar a atenção a fatos que deveriam ter atenção constante.

 Porém, como isso faz parte da nossa realidade, vamos lá. O “Setembro Amarelo”, é instituído para chamar a atenção ao combate ao suicídio. Quando isso acontece, nos causa muita estranheza e surpresa. Como uma pessoa pode colocar fim à sua própria vida!

 “De janeiro até 1º de agosto/19, a Secretaria de Saúde registrou 78 mortes só no Distrito Federal. Dados da Organização Mundial da Saúde mostram que o suicídio é a segunda principal causa de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos. Os mesmos dados ainda afirmam que cerca de 800 mil pessoas tiram a própria vida no mundo, a cada ano.

Mesmo se tratando de um grave problema de saúde pública, os suicídios podem ser evitados se identificado em tempo prévio.

            A psicóloga e suicidologista  Karina Okajima Fukumitsu acredita que o suicídio é o ápice do que ela chama de "processo de morrência".

Segundo a Psicóloga Karina, "a pessoa já está se sentindo desgostosa da vida, sem sentido, e vai definhando existencialmente." E nos aponta:

Comportamentos diretos

  • Tentativas de suicídio anteriores

  • Mudanças repentinas de comportamento

  • Ameaça de suicídio ou expressão/verbalização de intenso desejo de morrer

  • Sinais observáveis de depressão

  • Oscilação de humor

  • Pessimismo

  • Desesperança

  • Desespero

  • Desamparo

  • Ansiedade, dor psíquica, estresse acentuado

  • Problemas associados ao sono (excessivo ou insônia)

  • Desejo de vingança

  • Isolamento da família, amigos, eventos sociais

  • Mudanças dramáticas de humor

  • Falta de sentido para viver

  • Aumento do uso de álcool e/ou outras drogas

  • Impulsividade e interesse por situações de riscos

 

Verbalização direta

 

  • "Eu quero morrer."

  • "Gostaria de estar morto."

  • "A morte poderá resolver essa situação."

  • "Se ele não me aceitar de volta, eu me matarei."

  • "Quero sumir. Não aguento mais! Só morrendo mesmo para aguentar."

 

Verbalização indireta

 

  • "Se isso acontecer novamente, acabarei com tudo."

  • "Eu não consigo aguentar mais isso."

  • "Estou cansado da vida, não quero continuar."

  • "Não sou mais quem eu era."

  • "Ninguém mais precisa de mim."

  • "Eu sou mesmo um fracassado e inútil. Tudo seria melhor sem mim."

 

Porém, nem sempre estamos atentos a tais sinais e na maioria das vezes estamos vivendo o isolamento de nossas vidas, que não observamos o que está acontecendo à nossa volta, no nosso dia-a-dia.

 

Portanto, pode ser prevenido e aí acredito que campanhas como essa, servirão para esclarecer, orientar e prevenir tal ato, pois a pessoa “nem sempre toma consciência que quer morrer, mas quer matar a própria dor”!

Participe do grupo e receba as principais notícias da sua região na palma da sua mão.

Entre no grupo Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.
Psicologia em pauta

O hoje e o agora…

Publicado 21/06/2026 às 21h20
Psicologia em pauta

  Relacionamentos

Publicado 26/04/2026 às 19h21
Psicologia em pauta

CRENÇAS

Publicado 23/03/2026 às 12h36