09 de julho de 2026

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  Relatos terapêuticos


Por Lilian Gomes Publicado 03/06/2025 às 00h03 Atualizado 25/02/2026 às 17h55
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No decorrer do processo terapêutico, importante se faz que o terapeuta esteja sempre alerta. Alerta do sentido de perceber se com a continuidade da terapia, o paciente não se autossabota, se consegue colocar com clareza seus valores, com relação ao seu lugar na família, no trabalho, na vida social.

E, percebendo esses valores, quanto deles o paciente gostaria de se dedicar até quantificando em graus de maior ou menor importância. Isso pode ser construído graficamente para que ambos, terapeuta e paciente percebam concretamente em quê o paciente tem se dedicado a cada uma dessas áreas e em quais gostaria de trabalhar na análise.

Encontramos essas orientações pela Terapia Cognitiva Comportamental, que se baseia em evidências e nas crenças do paciente. E, também nos leva a questionar e apontar quais ações concretas poderão ser empreendidas pelo paciente para elaborar seus sofrimentos e se aproximar das possíveis resolutivas.

Alguns de nós, reforça o lugar de vítima em que se colocou e nele, quer permanecer. Mudar dá trabalho…

E, temos coragem para fazer diferente?

Será que não estamos empurrando a vida, as divergências, os conflitos, as insatisfações com a barriga? Temos coragem de manifestar o que está nos incomodando?

Queremos realmente melhorar? Fazemos autoavaliação? Muitas vezes nos anulamos para agradar os outros, viver o propósito que “outros” definiram para nós.

E, dessa forma, “gastamos toda a nossa energia agradando os outros e nos percebemos enfraquecidos (quando percebemos…), covardes, medrosos, sem atitudes e pouco ativos/reativos e perdemos o nosso próprio objetivo”.

Será que sabemos qual o nosso propósito de vida?

Será que os nossos objetivos estão sempre sendo deixados para depois?

Estamos sendo protagonistas da nossa vida ou coadjuvante?

Pensemos!!

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