
Conforme a psicóloga Cláudia Cruz da S.O.S Vida, “A quarentena e o isolamento social impostos pela pandemia trouxeram impactos muitos grandes, abalando toda a dinâmica da sociedade”.
Preocupações com saúde, educação e trabalho, por exemplo, desencadeiam reações diferentes em cada pessoa”. E muitas não se conscientizaram ainda, que da sua atitude, muitas vidas estão a depender. Estamos num momento delicado em que o isolamento social, nos trouxe muitas consequencias, entre elas a oscilação do nosso humor e com isso atitudes egoístas. E os hábitos individualistas estão se sobrepondo ao coletivo, os interesses individuais estão prevalecendo em detrimento dos demais.
As fragilidades vêm à tona, surgem armadilhas internas (como o egoísmo) , insensibilidade, a insegurança, ansiedade, depressão, pânico, etc.
Porém, hoje quero manifestar meu repúdio, aos que realmente não respeitam a si, muito menos aos outros, pois não podemos alegar ignorância do sentido do alerta constante que temos recebido quanto as não aglomerações, à utilização de máscaras, o uso dos sanitizantes, como o álcool em gel, etc. E, infelizmente não é isso que temos constatado. Se cada um cuidar de si mesmo, estará cuidando do outro. E assim, não seremos o último país a sair desses limites, da perda da liberdade, de não podermos conviver, muito menos abraçar…
Vamos colaborar, fazendo o que nos cabe individualmente, é fácil, simples e vital.
Já perdemos 180.000 pessoas e como sabemos, muitas vezes distorcemos a realidade, achando que “conosco não acontece”.
Sejamos menos egoístas e mais fraternos!