
Nos anos 90, marca forte era sinônimo de logo bem-feita, slogan de impacto e um bom comercial de TV. Hoje? Marca forte é gente. É rosto, voz, opinião. É a coragem de se colocar no centro da narrativa – e transformar isso em valor para o negócio.
No Brasil, isso já deixou de ser tendência. É realidade. Luciano Hang, João Adib da Cimed e Ale Costa da Cacau Show são exemplos vivos. Cada um, à sua maneira, personifica sua marca. Eles entenderam algo simples e poderoso: quando o fundador aparece, a marca ganha alma.
E os números confirmam isso: páginas de CEOs têm, em média, 9x mais alcance e até 20x mais engajamento que as páginas corporativas. As pessoas se conectam com gente real, não com logos.
Aqui na Ade!, vemos isso de perto. O advogado tributarista Ricieri Calixto é prova disso. Com um trabalho consistente de construção de autoridade, ele não só descomplicou temas complexos da área tributária para seu público, como foi convidado a palestrar em Nova York sobre a Reforma Tributária. Resultado de uma presença digital estratégica, alinhada à sua competência e visão de mercado.
Outro exemplo é o empresário Mauricio Rodrigues Antunes, CEO do Grupo Conceito Imóveis. Ao investir no seu personal branding e em uma comunicação autêntica, ele ampliou a voz da marca e humanizou sua liderança. Esse movimento, aliado ao posicionamento sólido da Conceito, ajudou a empresa a conquistar um feito histórico: ser eleita a melhor imobiliária do Brasil pelo prêmio Conecta Imobi — o maior reconhecimento do setor no país.
Esses casos mostram que personal branding não é vaidade. É estratégia. É transformar sua reputação em diferencial competitivo, sua narrativa em ferramenta de conexão e sua imagem em ativo de negócio.
Porque no fim, o jogo mudou: hoje, quem se esconde atrás da logo perde espaço para quem mostra a cara. E ganha confiança, mercado e relevância.
E você? Vai deixar que seu negócio continue falando sozinho ou vai emprestar a ele o que só você tem: sua história?
Porque por trás de toda grande marca, tem sempre uma grande sacada.
E às vezes, essa sacada tem nome, sobrenome… e até uma palestra em Nova York.
