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A primeira escola é o lar.
E o lar evangelizado dá à criança, grava-lhe, na consciência, as firmes noções do Cristianismo sentido e vivido. Imprime-lhe, no caráter, os elementos fundamentais da educação. É necessário que a criança sinta e se impregne, no santuário doméstico, desde os primeiros instantes da vida física, das sublimes vibrações que só um ambiente evangelizado pode assegurar, para que, simultaneamente com o seu desenvolvimento moral e intelectual, possa ela ver o que é belo, ouvir o que é bom e aprender o que é nobre. Se o lar não é evangelizado, as lições colhidas fora dele podem ser, apenas, um conhecimento a mais, no campo religioso, para a inteligência infantil.
Um conhecimento a mais não passa de um acidente instrutivo. E o que devemos buscar é a realidade educativa, moral, que tenha sentido de perene renovação.
Cuidar da criança esquecendo os pais da criança parece-nos esforço incompleto. Não adianta ser a criança aconselhada, na Escola de Evangelho, por devotadas instrutoras ou instrutores, a Se expressarem de maneira conveniente, se observa ela em casa palavrões e gírias maliciosas, impropriedades e xingamentos.
Se o lar é uma escola A PRIMEIRA ESCOLA e se os pais representam para os filhos, como primeiros educadores, o que há de melhor, sob o ponto de vista de cultura e respeito, experiência e autoridade, evidentemente a criança será inclinada entre os pais que proferem palavrões e grosserias e a professora de Evangelho que ensina boas maneiras e sobriedade no vocabulário a seguir os primeiros.
Com os pais a criança dorme, levanta-se, faz refeições e convive, diuturnamente. O convívio da criança, na Aula de Evangelho, com os instrutores, verifica-se uma vez por semana, durante uma hora ou pouco mais. E não nos esqueçamos de que, na opinião dos filhos, os pais São os maiores.
Contribuir para que os pequeninos possam ir a Jesus, mediante o aprendizado evangélico, representa, a nosso ver, providência correlata, simultânea com o esforço de levar a Jesus os pais, preparando-os, condignamente, para a missão da paternidade ou da maternidade.
Informa a sabedoria popular que o exemplo deve vir de cima…
Fonte: do Livro Estudando o Evangelho de Martins Peralva.
· A SEFAN apresenta nesta manhã, às 10 horas, VERA ROSI LOPES DE MORAIS,, colaboradora da Insttuição, que abordará importante tema doutrinário. Participe amigo leitor!
· DIVALDO PEREIRA FRANCO, de Salvador, BA fará palestra em Ponta Grossa: dia 12/03/2015 às 20: 00 horas no Clube Princesa dos Campos. Entrada franca.
· EVANGELIZAÇÃO INFANTO-JUVENIL NA SEFAN – Aos domingos, às 10:00 horas da manhã.
· MOCIDADE ESPÍRITA NA SEFAN – todos os sábados às 16 hs., na Rua Santos Dumont, 646, altos.
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BOM DOMINGO! MUITA PAZ!
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… A primeira escola é o lar. E o lar evangelizado dá à criança, grava-lhe, na consciência, as firmes noções do Cristianismo sentido e vivido. Imprime-lhe, no caráter, os elementos fundamentais da educação. É necessário que a criança sinta e se impregne, no santuário doméstico, desde os primeiros instantes da vida física, das sublimes vibrações que só um ambiente evangelizado pode assegurar, para que, simultaneamente com o seu desenvolvimento moral e intelectual, possa ela ver o que é belo, ouvir o que é bom e aprender o que é nobre. Se o lar não é evangelizado, as lições colhidas fora dele podem ser, apenas, um conhecimento a mais, no campo religioso, para a inteligência infantil. Um conhecimento a mais não passa de um acidente instrutivo. E o que devemos buscar é a realidade educativa, moral, que tenha sentido de perene renovação. Cuidar da criança esquecendo os pais da criança parece-nos esforço incompleto. Não adianta ser a criança aconselhada, na Esc |