14 de julho de 2026

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(In) Feliz Ano Novo…2020 Saudades!


Por Emerson Pugsley Publicado 31/12/2020 às 12h16 Atualizado 21/02/2026 às 17h25
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Bom dia!!!

Falta pouco, para que estejamos, nos despedindo deste 2020 e abrindo as portas, para 2021 coisas desconhecidas. É questão apenas de horas, e o foguetório, será ouvido. Mas a vida é maior, do que festas passageiras. A vida é diária, de lutas intensas muitas vezes, da dor física e da dor da ausência daqueles que amamos, da mesa farta ou da mesa vazia. Um ano novo, precisa de atitudes novas, pois ao contrário, torna-se um ano novo, com atitudes empoeiradas e desnecessárias. O que esperar de 2021? Nesta época, vemos muitos tentando adivinhar o improvável. Fácil todos sabemos ou deveríamos saber que não será. Difícil quem sabe, mas poderá ser menos se fizermos também a nossa parte. Um ano novo, é construído em cima de sonhos novos, ou pelo menos, deveria ser. O que você quer conquistar? Uma vaga na universidade? É bom começar debruçado em cima dos livros e cadernos. Um trabalho? É essencial, começar o ano profissionalizando-se. Ou pretende achar um companheiro(a)? É de suma importância, sair do casulo do egoísmo e da solidão, e tentar compartilhar uma vida a dois. Alguns ainda, poderão dizer, quero uma “vida nova”. Para estes, é essencial dizer, que a mesma, só é alcançada, quando saímos da sombra e olhamos a vida ao vivo e a cores, com todos os seus defeitos e estresses. Existe uma música, muito tocada neste período que diz o seguinte: “Quem quiser ter um amigo, que me dê a mão…” Um ano novo, precisa deste espírito solidário também. Esticarmos a nossa mão ao próximo, não deve ser uma opção, mas uma escolha principal. Gostei demais de um livro, o qual chama-se “Crer Ou Não Crer”. Um título bastante sugestivo, para nós que aguardamos um ano novo. Precisamos aprender a crer, mesmo que tudo ao nosso redor, nos leve a descrença. Acreditarmos em uma cidade melhor, em um estado desenvolvido e em um país mais justo, também deve estar em nossa pauta.

“O impossível reside nas mãos inerte daqueles que não tentam.”

(Epicuro)

Finalizando a nossa Retrospectiva 2020 trago os seguintes acontecimentos:

O que dizer do jovem universitário de Brasília, colecionador de cobras exóticas e picado pelo seu “bichinho de estimação”, quase perdendo a vida?

Sem dúvida, o ano 2020 foi o ano em que muitos foram transformados em “médicos e farmacêuticos” de mentirinha. A começar pelos nossos políticos maiores. Foi um tal de receitar Cloroquina, Vermífugo, Ozônio no reto, entre outras Tubaínas mais. Sem falar que somos “maricas” e se tomarmos a vacina seremos transformados em jacarés.

Também tivemos em 2020 várias operações no país todo, como aquelas dos respiradores que após comprados por absurdos valores nunca chegaram ao destino final. Ou dos testes do Covid19 que não foram usados e apodrecem em um galpão qualquer. Até aqui em Ponta Grossa, tivemos recentemente uma grande operação encaminhando para a cadeia políticos e outros mais. Corra que a polícia vem aí!

Não apenas as vidas negras importam mas toda e qualquer vida. Crianças baleadas, jovens mortos, outros tantos executados como vimos aqui em terras locais. E George Floyd após ser assassinado ao vivo e a cores, virou um ícone do movimento racial. Aqui no Brasil, os desequilibrados seguranças e funcionários de um grande mercado, também tirando a vida de um cidadão negro.

Nossas violentas estradas fazendo centenas de vítimas fatais. Logo no início do ano, as jovens universitárias aqui do Paraná retornando de Santa Catarina em tarde chuvosa. Ou do ônibus de trabalhadores no interior de São Paulo. Ou daquele ônibus que despencou em estrada mineira rumo ao abismo da morte.

E os nossos ciclistas que judiação. Não me esqueço jamais daquela sexta feira, início da tarde, na região do Jardim América, aqui em Ponta Grossa. O menino cheio de vida deixando toda uma cidade chocada e entristecida. Ou do jovem de Carambeí acertado em cheio por um pneu de caminhão. E dias atrás do menino de Carambeí atropelado por um ônibus. Todas vítimas fatais.

E assim encerro…

Finalizando, dias atrás ouvindo uma entrevista com um rabino, o mesmo comentou que foi chamado para fazer um sepultamento de uma senhora de 93 anos. Então perguntou ao filho da mesma, do que ela tinha morrido? O filho rapidamente respondeu: -Morreu de saudade! Isolada sem os entes queridos, a vida ficou sem graça e vazia.

2020 um ano do qual não sentiremos saudades!

Abraço aos leitores(as) e feliz 2021 novas possibilidades.

Se Deus quiser, com a sonhada vacina tomada também.

Emerson Pugsley

(Imagem deste post emprestada da internet)

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