
Bom dia terça feira!
Estamos no mês de setembro, no qual em um dia específico, são lembradas as árvores, mais precisamente neste dia 21, ou melhor hoje mesmo. Gostaria de refletir, sobre a presença ou não, destas em nossa cidade e vida. Nos dias de sol quente, lembramos das sombras. Nos dias frios, passamos e não as valorizamos, pois daí não são necessárias.
Temos aqui, em nossa cidade de Ponta Grossa, um Parque Ambiental, local este, de uma paisagem recentemente esverdeada, pois em tempos atrás, apenas o sol tórrido predominava na paisagem de pedras e nada mais.
Não irei questionar a real necessidade disto ou daquilo, mas gostaria de pensar com vocês, a questão ambiental daquele local. Para dizer, que não temos árvores, algumas foram lá plantadas.
E as nossas ruas e avenidas como andam? Ou melhor, não andam, estão engatinhando no calor do sol, desidratando os seus usuários. Mas muitos podem dizer, as árvores causam transtornos, trazem a sujeira de suas folhas, abrigam pássaros que podem sujar os automóveis, entre outras desculpas, para não plantá-las. Tempos atrás, visitei a Cidade de Maringá -PR. Observei aquelas ruas arborizadas, deixando o ar mais fresco e gostoso de ser respirado. Lógico, que podem ocorrer problemas relativos a presença delas, mas não por este motivo, vamos transformá-las em lenha.
Para quem puder visitar, recomendo a Fazenda Capão Alto, no município de Castro- PR. Neste local, existe uma Araucária centenária, hoje no chão, abrigada por um telhado. Segundo o que foi relatado, um raio a derrubou. O que mais me impressionou, foi a largura de seu tronco. É para guardar na memória.
Voltando para Ponta Grossa, temos alguns resquícios de árvores. Por exemplo, o extinto Parque Margherita Masini. Um local agradável, ótimo para dar uma descansada. Tomara que os projetos para o futuro deste lugar realmente tragam resultados ambientais positivos.
Gostaria aqui de parabenizar, todos aqueles que ainda buscam a preservação de exemplares únicos e raros. Como exemplo, a Araucária existente no pátio de um posto de combustíveis, na esquina da rua Balduino Taques com Anita Garibaldi. De beleza ímpar, merece todo o nosso carinho. Entre tantos outros exemplos.
Finalizando, quero citar um pensamento que admiro muito, o qual diz o seguinte:
“A árvore quando está sendo cortada, observa com tristeza, que o cabo do machado é de madeira.”
(PROVÉRBIO ÁRABE)
Os meus sinceros parabéns a todos e todas, que assim como eu, valorizam o pouco que resta de nossas florestas urbanas e outras mais.
Emerson Pugsley
Elogios, sugestões e críticas: emersonpugsley@hotmail.com
(Ilustração deste post emprestada da internet)