01 de julho de 2026

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Quatro dias para a fronteira com os Estados Unidos


Por Luiz Frederico Petla Publicado 30/04/2026 às 17h45
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Foto: divulgação

Bom dia, boa tarde ou boa noite, meus amigos aí do Diário dos Campos! Como é que vocês estão? Tudo bem?

Escrevo para vocês após alguns dias aqui rodando pelo México, e preciso dizer: que país fantástico! Já se passaram 62 dias longe de casa e a jornada tem sido intensa. Passei por Cancún, que é lindo e maravilhoso, parece até que a natureza fez aquele lugar sob medida para o turismo. Mas, para mim, a região mais bonita que vi até hoje em toda a viagem foi Bacalar.

Cratera de meteorito

Também cruzei a Península de Yucatán, um lugar com uma história incrível. Foi lá que caiu aquele meteorito gigante que extinguiu os dinossauros. A cratera é enorme, tem 180 km de diâmetro, então não é visível a olho nu — por isso não tenho fotos desse ângulo para mostrar para vocês — mas saber que as aves que vemos hoje são os dinossauros atuais traz uma reflexão bacana.

Perigo em toda parte?

Muita gente me avisou: “México é muito perigoso, você está ferrado”. Mas tenho aprendido uma coisa nessa viagem: quanto mais ouvimos o medo dos outros, menos coisas fazemos na nossa vida. Já me disseram que a Nicarágua era perigosa, que a Costa Rica era perigosa… tudo parece difícil sob a ótica dos outros.

É claro que tomo precauções: não rodo à noite e procuro me manter nas estradas (carreteiras) principais. Mas o que encontrei aqui foi um povo fantástico, um acolhimento maravilhoso e uma gastronomia riquíssima.

Manutenção

Sobre a nossa companheira de duas rodas, a moto está muito bem. Está aguentando firme o recado, sem dar problemas, graças a Deus e à manutenção rigorosa, porque moto com problema na estrada é “osso”, galera! Minha cabeça também segue muito bem, focada no objetivo.

4 dias para a fronteira

Agora, estou a mais ou menos 800 km da fronteira com os Estados Unidos. Nos próximos quatro dias, pretendo chegar lá, mas antes vou dar uma descansada e fazer uma revisão completa: trocar pneu, regular freios e deixar tudo “redondinho” para entrar nos EUA e, de lá, tocar direto rumo ao Alasca.

Um abraço, meus amigos do Diário dos Campos! Continuem acompanhando. Quem quiser ver o dia a dia em tempo real, é só seguir lá no Instagram: @fredpetla.

Veja registros da viagem:

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