
Olha só onde a gente chegou: chegamos no Alasca, galera! Que sensação maravilhosa. Estou aqui com nossa motoquinha, que saiu de Ponta Grossa faz mais de 100 dias, finalmente pisando em solo alasquiano. Foram 16 países e mais de 23.000 km rodados até agora. Foi uma loucura total e só eu sei o que eu passei para conseguir chegar até aqui, mas vou dizer: esse momento vale ouro.
Quando eu vi a placa ali atrás, confesso que comecei a dar risada sozinho na moto. Fiquei pensando: “Cara, você é louco, meu! É louco!”. Realmente, a sensação de estar aqui é muito diferente. Mas ó, o símbolo de “chegou no Alasca” é legal, só que o bicho vai pegar mesmo daqui pra frente. A parte mais difícil começa agora, que é a subida para o norte, de Fairbanks para Prudhoe Bay.
Quem acompanha o blog viu a gente sair de PG, cruzar o Paraná, chegar à Argentina, passar pelos oásis e as Linhas de Nazca no Peru. Acompanhou nossa passagem pelo Equador e pela Colômbia. Junto comigo, vocês conheceram um pouco do Panamá, da Nicarágua, da Guatemala e do México. Chegamos ao Canadá e aos Estados Unidos. Vimos montanhas que soterraram vilas inteiras, criança que viveu há 500 anos, paisagens de tirar o fôlego, combustível a altíssimos preços, manifestações que bloquearam rodovias, arquiteturas extraordinárias.
Agora a gente segue para a parte mais legal, que é conhecer o Alasca propriamente dito. Acompanhem, que eu já mando mais novidades. Um abraço aos leitores do DC e a todos que viajam junto comigo nessa aventura!
