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Verticalização marca os últimos sete anos em Ponta Grossa

Foi em 2013 que a prefeitura de Ponta Grossa alterou a Lei de Zoneamento, permitindo a instalação de edifícios com mais de 33 andares. Foi o ponto de partida para uma mudança no perfil das construções. Desde então, a cidade vem crescendo, também, para cima. Para garantir a expansão da área urbana com o mínimo de transtornos, outras ações se seguiram.

Desde 2016, os novos empreendimentos exigem a apresentação de Estudo de Impacto de Vizinhança. O EIV aponta as consequências da obra, o que permite apontar medidas mitigatórias para sanar eventuais problemas. Isso inclui melhorias em pavimentação, instalação de pontos de ônibus, arborização, entre outras medidas. Dezessete desses são edifícios com mais de 16 pavimentos. O mais alto deles, em obras, terá 50 pavimentos e fica no Bairro Oficinas.

Para dar ainda maior controle sobre futuras obras, o novo Plano Diretor Municipal foi elaborado e está em análise para votação na Câmara Municipal. Sua aprovação irá reformatar o zoneamento da cidade, delimitando o tipo de empreendimento permitido em cada região.

Condomínios

Com o adensamento populacional, a cidade também viu surgir novos condomínios horizontais ou compostos por prédios de até quatro pavimentos. Isso exigiu ampliações na oferta de serviços básicos. Dados da Copel apontam que, entre 2010 e 2018, o consumo de energia elétrica em Ponta Grossa cresceu 26%. Foi necessário ampliar em cerca de 30% a malha elétrica. Da mesma forma, aumentou o consumo de água. A Sanepar vem realizando, desde 2018, obras de ampliação no sistema de abastecimento que somam cerca de R$ 16 milhões.

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