16 de julho de 2026

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Por causa da pandemia, jogador do Operário não pode passar por cirurgia


Por Felipe Liedmann Publicado 14/04/2021 às 14h54 Atualizado 21/02/2026 às 14h33
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Jogadores comemoram gol de Rafael Bonfim, no Germano Krüger, pela Série B 2020. Foto: André Jonsson/OFEC

A discussão sobre a influência da pandemia no esporte, especialmente no futebol profissional, ganhou um capítulo em Ponta Grossa. Na última semana, o zagueiro Rafael Bonfim – titular absoluto da equipe de Matheus Costa – recebeu diagnóstico de lesão no menisco lateral do joelho direito. O atleta depende de um procedimento cirúrgico para o tratamento. No entanto, não sabe quando poderá passar pela cirurgia.

Isso acontece porque as cirurgias eletivas estão suspensas em Ponta Grossa devido ao agravamento da pandemia de covid-19. Para evitar o colapso na saúde, alguns procedimentos precisaram ‘ficar para depois’. O zagueiro do Operário se enquadra neste cenário.

De acordo com o departamento médico do Fantasma, Bonfim precisa passar por artroscopia no joelho direito. Nesse procedimento, o ortopedista utiliza um tubo fino, com uma câmera na ponta, para observar as estruturas no interior da articulação, sem precisar fazer um corte grande na pele. A artroscopia avalia se há problemas com estruturas da articulação. Se há comprovação da lesão, o médico usa o processo para pequenas reparações no menisco.

Depois, em alguns casos, o paciente precisa de sessões de fisioterapia para plena recuperação do procedimento e da lesão. Contudo, no episódio que envolve Bonfim, o Operário ainda está no primeiro passo e precisa aguardar a liberação das cirurgias eletivas. Assim, não há data certa para a artroscopia e, por consequência, para o retorno do zagueiro aos treinamentos.

Desfalcado na defesa, o Fantasma ainda não sabe quando terá o próximo compromisso pelo Campeonato Paranaense. O alvinegro aguarda homologações da Federação. Em maio está prevista a estreia na Série B do Brasileiro, contra o Vasco da Gama, no Rio de Janeiro.

DM

Além de Rafael Bonfim, o Operário tem mais dois atletas entregues ao departamento médico. Porém, nenhum deles depende de cirurgias. Um deles é o meia Thomaz Santos. Ele trata com a fisioterapia um entorse no tornozelo direito. O jogador já passa também por trabalhos com a preparação física.

O segundo nome é do meia Marcelo. Capitão do time, ele sofreu uma lesão muscular de grau II na parte posterior da coxa direita e está fora de combate. Marcelo está em tratamento com o setor de fisioterapia.

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